Uso de inteligência artificial
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Uso inteligência artificial na prática jurídica desde 2022. Esta página explica como e por que uso essas ferramentas, e quais são os seus direitos como cliente.
Para que uso
Organizar documentos, resumir material extenso, pesquisar legislação e jurisprudência e preparar rascunhos de minutas. O objetivo é dar mais agilidade e consistência ao trabalho, e deixar mais tempo para a estratégia e para o contato com você.
O que a IA não faz
A IA não decide nem assina nada. A estratégia, a orientação e as peças finais são minhas, e eu respondo por elas. Também não uso conteúdo gerado por IA como único meio de comunicação com você: você pode falar diretamente comigo sempre que quiser.
Como protejo os seus dados
- Não insiro dados que identifiquem você ou terceiros em ferramentas que os utilizem para treinar modelos.
- Anonimizo as informações sempre que possível.
- Toda citação de lei, doutrina ou jurisprudência é conferida na fonte original antes de entrar em uma peça.
Riscos e limites
Ferramentas de IA podem errar: produzir conteúdo incorreto, incompleto ou até citar decisões que não existem. Há também o risco de exposição de dados quando o fornecedor da ferramenta os utiliza ou compartilha. Por isso, todo trabalho feito com esse apoio é integralmente revisado por mim.
Seu consentimento e o direito de recusar
Antes de começar, o uso de IA no seu caso é informado por escrito, no contrato de honorários, e você consente ao assinar. Você pode recusar esse uso no início ou a qualquer momento. Se recusar, conduzo o caso por meios manuais ou por ferramentas que não sejam de IA, e informo antes quais abordagens serão usadas.
Esse procedimento segue a Recomendação nº 001/2024 (PDF, abre em nova aba) do Conselho Federal da OAB, sobre o uso de IA generativa na prática jurídica.
Dúvidas sobre o uso de tecnologia no seu caso podem ser enviadas por e-mail ou WhatsApp.